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A
MULHER ATUAL
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A forma de
atuação da mulher na sociedade vem mudando no decorrer do tempo.
Muitos campos que antes eram ocupados pelos homens hoje são
dominados, com muita segurança, pelas mulheres. De acordo com o IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de
mulheres chefes de família representa quase 30 por cento das
mulheres ocupadas nas principais regiões metropolitanas do país.
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Analisando os
sites direcionados unicamente ao público feminino, é possível ter
uma dimensão de como os interesses estão diferentes no último
século. As mulheres hoje se interessam por manter uma vida
profissional satisfatória, ficam atentas as novidades da área da
saúde, administram a casa de forma eficiente, estão sempre buscando
se qualificar como profissional e estão sempre atentas as
necessidades de seus parceiros e filhos. Elas são capazes de se
dedicar, de maneira peculiar, a diversas atividades de forma
simultânea.
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Embora estas
mudanças representem uma participação, nunca antes vista, das mulheres
no mundo, as dificuldades decorrentes da rotina também mudaram. Se
pensarmos que há 100 anos a mulher se dedicava a sua casa, marido e
filhos, as dificuldades mais comuns eram: sentimento de inferioridade,
sensação de tédio por uma vida restrita, vontade de produzir mais,
problemas familiares, conjugais ou sexuais, entre outros. Hoje, as
dificuldades mais comuns das mulheres são: estresse por excesso de
atividades, sobrecarga da jornada tripla (casa, trabalho e estudo),
dificuldades nos relacionamentos interpessoais, problemas familiares,
conjugais ou sexuais, entre outros.
Desta forma, é
possível concluir que houve uma mudança no papel feminino desempenhado
dentro da cultura ocidental nas últimas décadas. Do ponto de vista
ético, está provada a igual capacidade dos seres humanos independente
deste ser do gênero feminino ou masculino. No entanto, esta mudança não
significa que as mulheres de hoje sejam mais felizes que aquelas que
viveram há décadas atrás.
TODA AMPLIAÇÃO DE
PAPEL É ACOMPANHADA DE UM AUMENTO DE RESPONSABILIDADE. CABE A MULHER
PÓS-MODERNA APRENDER A LIDAR COM TODA ESSA NOVA RESPONSABILIDADE!
Sugestão de tema:
Carmen Rita Mariotto
Augusto Amato Neto
Psicólogo (CRP
06/80945) Esportivo da AEM e mestrando em psicologia experimental pela
USP.
E-mail:
augustoamato@hotmail.com |