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PROTEÇÃO SOLAR: BRASILEIROS TEM SE CUIDADO MENOS.
Os
piores resultados foram de São Paulo e Rio de Janeiro, segundo pesquisa
do Ministério da Saúde, que considerou proteção o uso de filtro solar,
chapéu, sombrinha e vestuário. O índice de proteção contra radiação
ultravioleta no país caiu de 53,3% para 43,9% de 2007 para 2008.
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Para medir a taxa de proteção, os pesquisadores levaram em conta a
resposta dos entrevistados à seguinte pergunta: "Quando fica exposto
ao sol, por mais de 30 minutos, seja andando na rua, seja no
trabalho, seja no lazer, costuma usar alguma proteção?"
Um dos principais erros dos brasileiros está em achar que
proteção solar se resume ao uso do filtro em forma de creme. Já
estão no mercado roupas que filtram as irradiações solares mais
perigosas: camisetas, chapéus, bonés, entre outros. Muitas farmácias
já vendem estes produtos e cada vez mais dermatologistas receitam
seu uso, sobretudo aos indivíduos que são grupo de risco para câncer
de pele, mas também na prevenção de doenças causadas pelo sol em
excesso ou envelhecimento precoce.
Um dos problemas está no alto custo destas peças especiais do
vestuário, mas os médicos dizem que roupas de trama mais grossa e
cor escura, chapéus comuns e sombrinha são interessantes como
solução para a população. |
Atenção para a recomendação dos especialistas: é preciso tomar menos
sol e ter atitude de proteção. O ideal é passar o protetor sempre que
sair de casa, ainda mais em cidades ensolaradas.
O
câncer de pele é o tipo de tumor mais incidente no Brasil e está
diretamente relacionado à exposição ao sol. Para 2009, o Instituto
Nacional de Câncer estima 62.090 novos casos em mulheres e 58.840 em
homens.
A pesquisa do Ministério da Saúde também revelou que as mulheres se
protegem mais do que os homens - 52,5% das entrevistadas disseram
usar protetor solar e/ou chapéu/sombrinha contra 33,8% deles.
Mococa é uma cidade cuja irradiação solar é alta, os cuidados são
necessários!
Como você está se prevenindo?
Augusto Amato Neto
Psicólogo (CRP
06/80945) Esportivo da AEM e mestrando em psicologia experimental pela
USP.
E-mail:
augustoamato@hotmail.com
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