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DISTÚRBIO DO SONO AFETA 30% DA POPULAÇÃO


De acordo com matéria publicada pelo Jornal O Estado de São Paulo em 14/09/2008, problemas com sono não têm perfil definido – homens, mulheres, jovens e crianças – que podem ter dificuldades de alcançar as 8 horas de descanso pregadas por especialistas.

 

Além do cansaço do dia seguinte, terão mais chance de desenvolver uma série de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, depressão, diabetes, dificuldades com a memória, colesterol elevado e aumento de peso (efeitos comprovados em pesquisas científicas elaboradas nos últimos cinco anos).

Os problemas mais comuns são a apnéia e a insônia. A apnéia é a parada repetida e temporária da respiração durante o sono, distúrbio normalmente associado a roncos. Existem três tipos, a mais comum é a forma que interrompe a passagem do fluxo de ar.

A avaliação é feita por um exame chamado polissonografia. Ele monitora e avalia a qualidade do sono do paciente, além de outras variáveis que podem estar alteradas como, por exemplo, batimentos cardíacos, respiração, entre outros.

Apesar dos avanços na área das doenças relacionadas ao sono, os medicamentos disponíveis, por mais eficientes que sejam, não conseguem solucionar todos os casos. Precisam ser tomados por um período determinado de tempo e de acordo com a prescrição médica. Do contrário, além de provocarem dependência, passam a ter seus efeitos prejudicados.

A insônia e os problemas respiratórios são os problemas que mais levam o paciente ao médico. Para tratá-los, é preciso mudança de estilo de vida que reúna tratamento medicamentoso com o comportamental. Para quem sofre de insônia crônica, as primeiras recomendações são parar de se exercitar a noite, parar de fumar e de tomar bebidas estimulantes.

Está com dúvida se seu caso precisa de tratamento? Procure orientação médica!

Augusto Amato Neto

Psicólogo (CRP 06/80945) Esportivo da AEM e mestrando em psicologia experimental pela USP.

E-mail: augustoamato@hotmail.com